czwartek, maja 24, 2007

Análise pertinente

Texto extraído do livro Le Cinéma et moi, por Krzysztof Kieslowsky

"Le cinéma des grandes individualités semble bel et bien terminé.
(...)La plupart des grands réalisateurs sont en effet morts ou ne font plus de films. En route, ils ont perdu un élément essentiel, sans espoir de le retrouver un jour: leur imagination, leur façon de penser ou de raconter des histoires."

środa, maja 02, 2007

O! No more! Never more!

Ontem, Nana, Laura, eu e mais alguém assistimos ao Velvet Goldmine, filme que o Pedro adora e me deu de aniversário. Não gostei da imagem que eles fizeram do David Bowie, mas o filme é bom... É bacana.

Como vocês perceberam: não vou comentar a respeito do filme.
Decidi passar por aqui apenas para deixar a poesia recitada por alguma criança no meio do Velvet.

ANTIGONISH

de Hughes Mearns (1875-1965)

As I was walking down the stair

I met a man who wasn't there
He wasn't there again today
Oh I wish he'd go away!

só por ela já vale a pena assistir ao Velvet Goldmine.

środa, kwietnia 18, 2007

Urodziny

dzisiaj, środa, kwiecień 18,

velha, cansada e cheia de responsabilidades, de luto assistindo ao enterro das últimas faíscas de minha infância. se "ninguém assistiu ao formidável enterro de tua última quimera" *, ninguém também vai lamentar o fato de ontem ter sido o último dia da imaturidade sem-desculpas.
e que venha um novo javali, e novos galos para lhe apresentar, e novas cobras para lhe defender **. o mundo é grande e bonito, e eu sou jovem ainda. e cada dia desta nova fase da vida ilumina uma vontade cada vez maior de conhece-la.

parabéns pra mim! eu mereço!


***


* Versos Íntimos (Augusto dos Anjos)
** Javali, galo e cobras: inspirado em aspectos do budismo


***


NUNCA LEVE NADA A SÉRIO.

poniedziałek, kwietnia 16, 2007

A data mais especial esse ano será:
środa, kwiecień 18.

:)

wtorek, kwietnia 03, 2007

prosa poética

Cinema (o filme)

A câmera são uns olhos de um corpo que não respira; é uma memória sem saudades; o olhar sem preconceitos.
A câmera é o mecanismo cruel do que é belo; a verdade mentirosa; a representação da vida talhada, entalhada, lapidada, criada; a natureza do artificial.
A câmera não olha, ela enxerga; não assusta, assombra; não faz doer, machuca; não debate, impõe; não ama, transmite sentimentos.
A câmera é dura, é fria, é amarga.
Mas o personagem é a alma da câmera; e o telespectador é o seu espírito; e o filme é a sua vida; e o diretor é o seu deus.

dois Vinicius

Uma letra e um trecho.
Só pra mostrar o quão genial era esse homem, que de poeta virou diplomata, de diplomata virou músico e que, como músico, voltou a ser poeta.
soneto trecho de Apelo
(Vinicius de Moraes e Baden Powell)
De repente do riso fez-se o pranto,
silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espaumadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento,
Que dos olhos desfez a última chama,
E da paixão fez-se o presentimento,
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente não mais que de repente,
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo, o distante,
Fez-se da vida uma aventura errante,
De repente não mais que de repente.
Tarde em Itapoã
(Vinicius de Moraes e Toquinho)
Um velho calção de banho
O dia pra vadiar
Um mar que não tem tamanho
E um arco-íris no ar
Depois na praça Caymmi
Sentir preguiça no corpo
E numa esteira de vime
Beber uma água de coco
É bom
Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã
Enquanto o mar inaugura
Um verde novinho em folha
Argumentar com doçura
Com uma cachaça de rolha
E com o olhar esquecido
No encontro de céu e mar
Bem devagar ir sentindo
A terra toda a rodar
É bom
Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã
Depois sentir o arrepio
Do vento que a noite traz
E o diz-que-diz-que macio
Que brota dos coqueirais
E nos espaços serenos
Sem ontem nem amanhã
Dormir nos braços morenos
Da lua de Itapuã
É bom
Passar uma tarde em Itapuã
Ao sol que arde em Itapuã
Ouvindo o mar de Itapuã
Falar de amor em Itapuã

niedziela, kwietnia 01, 2007

Poesia Romântica

Ilusões de Vida
(Francisco Otaviano )
Quem passou pela vida em branca nuvem
E em plácido repouso adormeceu;
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou pela vida e não sofreu,
Foi espectro de homem - não foi homem,
Só passou pela vida - não viveu.
Esse foi o primeiro poema romântico que aprendemos em aula, no segundo colegial, quando o professor começou a explicar Romantismo.

piątek, marca 30, 2007

It's all true


Oh boy, is it all true!

Simplesmente porque o Kieslowski é o rei dos cinemas, porque tudo o que ele fez pode servir como referência para qualquer ato, porque ele é um artista.
Eu nunca tinha pensado que documentários pudessem retratar características tão sólidas, porém tão abstratas da existência humana. E talvez eles não possam. Kislowski pode.

Um gênio?
Um poeta?
Um artista?
Um homem!

E viva Kieslowski, viva seus filmes!


***

Para mais informações, é só acessar o link abaixo

http://www.bdetudoverdade.com.br/2007/mostras/kieslowski1.asp?lng=

***

Outro filme que vale a pena conferir é Santiago, do João Salles.


***


Não sei se vocês perceberam, mas o idioma do blog é em Polonês. Adivinhem o motivo!



POST ALTERADO

czwartek, marca 29, 2007

texto abaixo

Sobre o texto abaixo, nada muito a comentar.
Eu estava ouvindo Chopin enquanto escrevia, como vocês podem perceber.
Aceitei algumas sugestões do Ricardo (êêê! :] rsrs)... uhn... Mas foram só algumas palavrinhas :P
Ah! Ele foi feito a partir da idéia que eu tinha de um Curta, com Chopin de trilha, então imaginem uma cena como um Kieslowski, tá?

(Na verdade, eu escrevi só pra não esquecer a idéia. hehehe)

Noturno

A tarde já caíra havia algum tempo. A lua banhava a cidade com seus plácidos raios, como um oceano em noites calmas. Agora ninguém andava nas calçadas: estavam todos recolhidos em suas casas, após o dia agitado que passara. As luzes da cidade começavam a se acender, uma por uma, com as suas lâmpadas amarelinhas, contrastando com o pálido luar que iluminava o céu, as nuvens, as pontas dos altos edifícios. Ao longe, um piano tocava notas calmas, suaves e belas. Era Chopin. Alguém passava em frente à casinha de uma senhora já um tanto quanto velhinha, que lia o romance infantil de Sir James Barrie. Suas expressões e seu olhar alteravam de acordo com cada página, parágrafo, linha, palavra; e, de repente, lágrimas começaram a palpitar sob sua íris iluminada: eram as lembranças da infância que ela por muito tempo guardara escondidas dentro daquele livro maravilhoso. Eram os desejos de voltar à Terra do Nunca, só mais uma vez... Sonhos de meninice que agora retornavam à memória, aos olhos, ao coração.

A grande porta de madeira que permanecera o dia todo fechada, melancólica, ouvia ruídos dentro da casa que protegia. Um rostinho pequeno e muito branco pintou suas cores na janelinha que ficava no meio da porta. Um olhar assustado, estampado naqueles olhos escuros, prestava atenção na rua. Se não fosse ainda muito pequeno, dir-se-ia que era poeta. O garoto contemplou a paisagem de seus finais de tarde, puxou com muita força a pesada porta e, com um gesto rápido, saiu de casa, trazendo a porta para si, a fim de fechá-la. Com o pacotinho debaixo do braço direito, acariciou o gato da senhorinha que ainda se deleitava esperando por Peter Pan. - Se não virasse poeta ao crescer, é porque iria permanecer com cinco anos para sempre. - E seguia seu caminho com o pacotinho apertado ao corpo, após ter deixado o animalzinho para trás.

Foi quando, ao ouvir o som do piano, que ainda vibrava o suave Noturno primeiro de Chopin, mudou o seu rumo, escorregando por ruelas sombrias e estreitas, cujo contraste entre o amarelinho dos postinhos das ruas e o pálido brilho do luar parecia não penetrar. Parou em frente a um edifício frio e escuro de pedra, sentou-se no degrau que havia para separar a porta (também muito grande e ameaçadora) da calçada por onde viera, se apoiou na parede a seu lado esquerdo e ficou a ouvir a música que dali saía, inundando o ar, misturando-se com o sopro do vento e beijando os poucos raios da lua que ali chegavam. O garoto fechou os olhos, com o pacotinho apoiado agora sobre suas pernas. Tirou a boininha que lhe protegia a cabeça do frio e ficou a pensar. Sentiu a música, que conhecia como velha amiga. Ele entendia Chopin e era como se o mesmo acontecesse de maneira oposta. Se não continuasse para sempre criança, seria pianista.

Ali o garoto aguardou por cerca de mais dois atos, alguns erros e acertos e notas de improviso. A música então cessou. Ouviu-se em seu lugar passos de pessoas, muito calmos, uma voz terna masculina, e outra voz, muito falha e idosa respondendo-lhe. A porta se abriu e, onde ela antes se postava, o dono da primeira voz apareceu. O menino olhou para cima, se adiantando para levantar. O moço olhou para baixo e sorriu. Talvez fosse ele próprio Chopin; talvez seu olhar sincero traduzia-se na música que ainda há pouco tocava em seu piano; e, talvez, o sorriso não escondesse a alegria de ver o menino que antes o escutava e compreendia-o apaixonadamente, sentado a sua porta, sentindo os seus desejos, amores e sofrimentos.

Com um gesto desajeitado, o garotinho estendeu o pacotinho que trazia nas mãos, colocando de volta a sua boininha e baixando humildemente os olhos, evitando o olhar daquele por quem sentia compaixão. O outro aceitou o pacotinho, e, numa atitude espontânea, abraçou o menino. Este retribuiu o abraço, enquanto o homem se ajoelhava para ficarem os dois com a mesma altura e para poder apertá-lo mais forte, transmitir mais emoção. No rosto do garoto, algumas lágrimas já escorriam, enquanto que nos olhos do moço, agora fechados, a serenidade se misturava com alegria e calma. Os dois se amavam.

wtorek, marca 06, 2007

A poesia abaixo

A respeito da poesia abaixo. Eu fiz ela baseada na frase do Bruno que vem antes (como vocês, cultos leitores de poesia, já devem ter percebido)... Na verdade, era pra ser uma música, só que como eu não tenho o meu violão aqui e não sei fazer apenas letras, sem um ritmo ou melodia definidos, então virou poesia! hehehe
Isso também deriva do fato do meu hábito de ler Drummond antes de dormir (tá tá! esse hábito vem de menos de um mês pra cá! rsrs, mal de quem está estudando pra Fuvest.)
Mas eu ainda vou fazer uma música dessa poesia, mesmo tendo que alterar um pouquinho a letra.

Espero que vocês - e o bruno em especial - gostem!

[música & poesia]

Luta
“Acorde, Levante e lute” (Bruno)



Abra os olhos, garoto,
E veja o mundo a seu redor.
A manhã é tão bonita,
O sol brilha e caminhões se movimentam:
Estão todos indo trabalhar,
Todos lindos, alinhados, cada um em seu lugar.
Os outros meninos choram,
Mas você não quer se levantar.
O que adianta viver sonhando
Quando se tem um mundo pela frente?
Acorde e busque um sentindo
Para a sua existência.
O sistema te oprime,
Mas você não deve se entregar.
O que adianta ir dormir
Com tantos planos na cabeça
Se o dia seguinte será tomado
Por preguiça e fracassos?
Abra os olhos, garoto;
Enquanto os outros meninos estão chorando,
Os caminhões continuam se movimentando
Nesta manhã tão clara e quente.
O verão está bonito,
Mas o verão vai acabar.
Levante-se garoto,
Eles precisam de você.
Há um mundo a conquistar,
Há mais de mil razões para viver.

sobota, marca 03, 2007

TERRORISMO POÉTICO

ATENÇÃO

O QUE FAZER EM CASO DE INCÊNDIO??
DEIXE QUEIMAR!

Versos Livres

As coisas acontecem sim de maneira diferente
Quando se machuca lembranças antigas,
Quando se sente que o velho mundo se foi
E faz tanto tempo, que ninguém percebeu.
E o mais duro de tudo é quando se olha pra trás
E percebe-se que tudo isso passou
Apaticamente.



Versos livres são imperceptivelmente quase inconscientes... É como se fluíssem de maneira tão harmônica pela imaginação, que, quando vemos, eles já estão no papel.

Para que sátiras? O mundo pode ser bonito se quisermos.

Vendo cadernos antigos eu descobri que estou tão diferente do que era que fica quase difícil de me reconhecer. E, ao mesmo tempo, os sonhos e sentimentos são iguais.


01/2007

Matéria favorita: História
Mundo imaginário: Quase realista, mas apático.

sobota, lutego 24, 2007

Uhm... Consegui voltar!
A ausência teve um motivo interessante: perdi a minha senha. hehehehe :)

środa, listopada 29, 2006

Hoje

Explicações, para que servem? Sempre me fiz esta pergunta e nunca consegui achar uma resposta convincente (se alguém souber, por favor, me diga). Esta, no entanto, não é a questão.

A Fuvest passou, e, com ela, nenhuma expectativa minha foi junto.
Nada, nada...
Eu fui bem, pelo menos...
Serviu como teste...

Ainda aprenderei a colocar aqueles numerosinhos na frente das palavras para poder explicá-las em notas de roda-pé e não precisar utilizar o serviçozinho meio porquinho que eu usei no texto anterior.

Perdão.

Estava eu escrevendo uma redação (já atrasada) para a escola, mas não consegui continuar. Precisarei de ajuda... Tenho ainda um trabalho sobre Salvador Allende para entregar e um caderno todo de História da Arquitetura para copiar. Capricho. Os professores vão ver só! Assim não terminarei o ano tendo que ouvir reclamações do tipo: "mas você anda tão folgada!"

De resto, nada mal.
Basta às burocracias! Elas travam a criatividade e a sinapse livre do cérebro.

Fui interrompida. Até mais.

Allons y! Alle critiche!

spleen e charutos

Dia blasé.


*Vem tu agora,
Fantástico alemão, poeta ardente
Que ilumina o clarão das gotas pálidas
Do nobre Johannisberg!
Nos teus romances
Meu coração deleita-se. . . Contudo
Parece-me que vou perdendo o gosto,
Vou ficando blasé, passeio os dias
Pelo meu corredor, sem companheiro,
Sem ler, nem poetar. Vivo fumando.**
Minha casa não tem menores névoas
Que as deste céu d'inverno. . . Solitário
Passo as noites aqui e os dias longos


Não adianta: hoje o tédio me pegou de maneira triste e forte, profunda e delicada. Não consigo de jeito nenhum escrever a redação que tenho para amanhã, e nem ler as diversas fontes necessária para fazer o trabalho sobre o Chile. O documentário a assistir também não foi rodado no meu vídeo.
Perdoem a falta de qualidade dos textos.

***

* Álvares de Azevedo, Idéias Íntimas parte I
** Eu não fumo. É a poesia.

poniedziałek, listopada 27, 2006

Ausência

Muitos foram os motivos de minha ausência: lições de casa, saídas com amigos, idas ao cinema e à videolocadora e até uma sinusite que me pegou de surpresa. Mas o que hoje me interessa aqui são as idas ao cinema e os filmes que aluguei.
Antes, vou contar uma breve histórinha:
As coisas não se passaram como o esperado, logo não assisti ao Volver na sexta-feira. Para compensar, vi O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, que a Yas me emprestou e fiquei de *(não) devolver. **Vou, aliás, assistir-lhe de novo, assim que puder.
Volver nós vimos no sábado, quando a Ká veio aqui em casa. No domingo, saí com a ***Fê e ela me emprestou Tudo Sobre Minha Mãe, o filme favorito da Line feito pelo Almodóvar. Acho que verei com a Nana assim que puder.
Outros filmes que assisti essa semana foram ****Adeus Lênin e *****A Fraternidade é Vermelha. Ontem, quarta-feira, fui à USP para a apresentação de um documentário de sociologia, mas dormi no meio do filme e me decido agora não comentar a respeito.

***

* Um roubo formal. Repensei sobre o assunto, vou sim devolver. [é o filme favorito da Yas, tadinha..]
** Eu nunca tinha assistido. Comecei a vê-lo, mas logo a Nana me ligou e parei no meio. De repente, me vi cercada de pessoas estranhas, dançando estranho samba e rock. Olhei para o Dani, para a própria Nana e percebi o estranhamento também dos dois. A Tati tocava na percussão. Ao voltar pra casa, já de madrugada, terminei de ver Amélie, sem mais das esquisitas interrupções.
*** Ou Cooper, como era conhecida na SiEM.
**** Já havia assistido antes - comentários de acordo com a demanda.
***** Um dos mais maravilhosos filmes que eu já vi. Merece um posto próprio, assim como Amélie.

***

Filmes a falar:
- O ano em que meus pais saíram de férias
- Je vous trouve très beau!
- O fabuloso destino de Amélie Poulain
- Volver
- A fraternidade é vermelha


Texto escrito na Quinta-Feira, 23 de novembro de 2006.

piątek, listopada 17, 2006


o ano em que meus pais
saíram de férias
(otem)
je vous trouve très beau
(hoje)

volver
(amanhã)

czwartek, listopada 16, 2006

Ritual

O sofismo bizarro desta invencível paixão. - É assim que eu abro o meu texto.
- O Porquê?
- Não sei, foi o que me veio agora na cabeça e eu gostei.
Nada de clichês.
Eu ando muito criativa no momento, o que é meio estranho, tendo em vista a proximidade do vestibular da Fuvest. É o show! Abram as cortinas, acendam as luzes a comecem a se preparar, porque a hora do pesadelo chegou! A minha sorte é a de que eu escolhi uma carreira ainda apática na USP, não tendo que me preocupar com a data mais esperada do ano por meus colegas de sala... Talvez, se ainda estiver morando em SP em 2008, eu faça a ECA; mas é muito incerto para tocarmos no assunto.
O que me interessa, no momento é: a semana de cinema começou.
- Como assim?
- Calma, já irei explicar!
A Nana e eu andamos combinando de ver muitos filmes juntas, e com outras pessoas queridas também, é claro. O problema (ou não) é que, a cada filmes que vemos, surgem novos - e velhos - filmes a serem assistidos. A escola nos toma muito tempo, não deixando espaço para tal atividade em nossa agenda.
- Mas como a escola é egoísta!
- Não importa... Temos que respeitá-la.
Ontem, vimos "O ano em que meus pais saíram de férias" (isso mesmo, tem o em antes do que, eu não sabia...)
Hoje, assisti ao "Você é tão bonito!"
Amanhã, veremos "Volver"
No fim de semana as coisas se complicam um pouco, portanto estamos ainda decidindo o que fazer.
Mas chega de blá-blá-blá! Tenho três criticas ainda a fazer!
[mais textos em andamento, aguardem]


POST ALTERADO